Reeducação

Farinha de trigo, açúcar e cocaína


Se um dia alguém resolver erigir um monumento em praça pública às boas intenções frustradas do pensamento científico, podia ser uma estátua monumental de um prato cheio de pó branco. Assim homenagearíamos de uma só vez três enganos cientificistas: a farinha de trigo refinada, o açúcar branco e a cocaína. Três pós acéticos e quase idênticos, três frutos do pensamento que dominou o último século e meio: o reducionismo científico. Três matadores de gente.

Não é por acaso que os três são tão parecidos. Todos eles são o resultado de um processo de “refino” de uma planta – trigo, cana e coca. Refino! Soa quase como ironia usar essa palavra chique para definir um processo que, em termos mais precisos, deveria chamar-se “linchamento vegetal” ou algo assim. Basicamente se submete a planta a todos os tipos de maus-tratos imagináveis: esmagamento entre dois cilindros de aço, fogo, cortes de navalha, ataques com ácido. Até que tenha-se destruído ou separado toda a planta menos a sua “essência”. No caso do trigo e a da cana, o carboidrato puro, pura energia. No caso da coca, algo bem diferente, mas que parece igual. Não a energia que move as coisas do carboidrato, mas a sensação de energia ilimitada, injetada diretamente nas células do cérebro.

Começou-se a refinar trigo, cana e coca mais ou menos na mesma época, na segunda metade do século 19, com mais intensidade por volta de 1870. No livro (que recomendo muitíssimo) “Em Defesa da Comida”, o jornalista Michael Pollan conta como a tal “cultura ocidental” adorou a novidade. Os cientistas ficaram em êxtase, porque acreditavam que o modo de compreender o universo é dividi-lo em pequenos pedacinhos e estudar um pedacinho de cada vez (esse é o tal reducionismo científico). Nada melhor para eles, então, do que estudar apenas o que importa nas plantas, e não aquele lixo inútil – fibras, minerais, vitaminas e outras sujeiras. Os capitalistas industriais também curtiram de montão. Um pó refinado é super lucrativo, muito fácil de produzir em quantidades imensas, praticamente não estraga, pode ser transportado a longuíssimas distâncias. A indústria de junk food floresceu e sua grana financiou as pesquisas dos cientistas, que, animadíssimos, queriam mais.

Sabe por que esses pós refinados não estragam? Porque praticamente não têm nutrientes. As bactérias e insetos não se interessam pelo que não tem nutriente.

Os três tem efeito parecido na gente. Eles nos jogam no céu com uma descarga de energia e, minutos depois, nos deixam despencar. Aí a gente quer mais. Como eles foram separados das partes mais duras das plantas – as fibras – nosso corpo os absorve como um ralo, de uma vez só. Seu efeito eletrificante manda sinais para o organismo inteiro, o metabolismo se acelera.  Aí o efeito vai embora de repente. E o corpo é pego no contrapé.

Cocaína, farinha e açúcar eram O Bem no final do século 19. Eram conquistas da engenhosidade humana. Eram a prova viva de que a ciência ainda iria conquistar tudo, de que o homem é maior do que a natureza, de que o progresso é inevitável e lindo. Cocaína era “o elixir da vida”. Nas palavras publicadas numa revista do século 19, “um substituto para a comida, para que as pessoas possam eventualmente passar um mês sem comer.” Farinha e açúcar davam margem a fantasias de ficção científica, como a pílula que dispensaria o humano do ato animal e inferior de comer.

O equívoco da cocaína ficou demonstrado mais cedo, já nas primeiras décadas do século 20. De medicamento patenteado pela Bayer, virou “droga”, proibida, enquanto exterminava uma população de viciados. A proibição amplificou seus males, transformando-a de algo que afeta alguns em algo que machuca o planeta inteiro, movendo a indústria do tráfico, que abastece quase todo o crime organizado e o terrorismo do globo.

Levaria muito tempo até que os outros dois comparsas fossem desmascarados. Até os anos 1990, farinha e açúcar ainda eram “O Bem”, enquanto “O Mal” era a gordura, o colesterol. Os médicos recomendavam que se substituisse gorduras por carboidratos e o mundo ocidental se entupiu de farinha e açúcar. Começou ali uma epidemia de diabetes tipo 2, causada pelas pancadas repentinas que farinhas e açúcar dão no nosso organismo. Começou também uma epidemia de obesidade. Sem falar que revelou-se que açúcar e farinha estão envolvidos no complô para expulsar frutas, folhas e legumes dos nossos pratos, o que está exterminando gente com câncer e doenças cardíacas. Como câncer e coração são as maiores causas de morte do mundo urbanizado, chega-se à constatação dolorosa: farinha e açúcar são na verdade muito mais letais do que cocaína. É que cocaína viciou poucos, mas açúcar e farinha viciaram quase todo mundo.

Agora os três pós brancos são “O Mal”. A humanidade está mobilizada para exterminá-los. Há até uma nova dieta vendendo toneladas de livros pela qual corta-se todos os carboidratos da dieta e come-se apenas gordura.

Em 1870, caímos na ilusão de que era possível “refinar” plantas até extrair delas o bem absoluto, apenas para nos convencermos décadas depois de que tínhamos criado o mal absoluto. Mas será que o problema não é essa mania humana de separar as coisas entre “O Bem” e “O Mal” em vez de entender que o mundo é mais complexo que isso e que há bem e mal em cada coisa? Trigo, cana e coca, se mastigados inteiros – integrais – são nutritivos e inofensivos e protegem contra doenças crônicas. Precisamos parar de tentar “refinar” a natureza e entender que ela é melhor integral.

Por Denis Russo Burgierman (blog Pat Feldman).




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Doenças: o verdadeiro significado


Recebemos essa imagem de uma cliente, na época com câncer, e compartilhamos com você que está com alguma doença instalada. E se não está, para que comece a ouvir novamente seu corpo, ele fala com a gente o tempo todo, nos dando sinais.

Na Rússia pesquisas foram realizadas durante décadas e um dos resultados mais relevantes é o de que, sempre que nos ocorre uma doença, o corpo passa os 6 meses que a antecedem nos enviando sinais de que isso ocorrerá. Mas não ouvimos, não entendemos, não sabemos. Hora de fazer contato com você novamente!

"O corpo é uma espécie de sensor que acusa as atitudes inadequadas que persistimos em manter. Essas posturas desencadeiam a desarmonia interior, causando as doenças.

Só podemos ser responsáveis por aquilo de que temos consciência, não pelo que ignoramos. Como se pode exigir de uma pessoa algo que ela ainda não aprendeu? Obviamente muito disso não ocorreu de maneira consciente, você não agiu com a intenção de ter os infelizes resultados. No entanto, sua condição interna foi propícia a tais eventualidades.

Se você apresenta algum problema físico, é importante perceber qual aspecto da vida está deixando de fluir adequadamente. A doença é a manifestação dos conflitos interiores. Antes de ocorrer a somatização, apresentamos problemas de ordem emocional, como angústia, depressão, medo, etc. Essa condição interna é um aviso de que nossa atuação na vida é inadequada ao nosso temperamento. Ela acusa a postura embaraçosa de alguém que está se boicotando em favor dos outros e se desviando de seu verdadeiro ser. Esse mecanismo existe para alertar e não para castigar. Desse modo você poderá perceber o mal que está fazendo para si mesmo. A partir do momento que há um reposicionamento interior, resgata-se a harmonia e conseqüentemente a saúde.

Para isso, não é necessário se pressionar, nem se obrigar a chegar à raiz do problema. Assim você estará indo contra si próprio e isso abala ainda mais sua condição interna, agravando os sintomas físicos. A resposta surge naturalmente, basta olhar para si mesmo e tentar descobrir em que área da vida você não tem fluído bem. Observe o que está afetando sua estabilidade emocional e, finalmente, o que o leva a ficar nesse estado.

Procure resgatar a serenidade, não se julgue nem se deixe afetar pelos julgamentos dos outros. Dê-se força. Sinta-se à vontade em admitir o fato de não estar encarando a situação da melhor maneira e procure adotar uma nova postura de vida. Ninguém sai de uma fase de sofrimento com a mesma cabeça, porque a situação só muda se você mudar. Se você estiver do seu lado, a vida e a natureza estarão a seu favor.

Você merece um corpo saudável e em boas condições; para tanto, sinta-se bom o bastante para fazer aquilo que cabe exclusivamente a você. Não dependa dos outros nem de resultados concretos para seu bem maior. Dedique-se a resgatar o sabor pela vida; transforme as experiências adquiridas em combustíveis para modificar as situações desagradáveis do cotidiano.

Por exemplo, a privação do afeto é fator primordial no desenvolvimento de uma personalidade diabética. Tanto na criança quanto no adulto, essa dependência de afeto pode ser compensada por meio de um apetite acentuado por doces, que simbolizam, por si só, a própria doçura e afeto de que sentem falta.

Resgate a docilidade e o sabor pela vida, volte a confiar em si mesmo. Encare os fatos vividos como intensos desafios que o fortaleceram interiormente, sinta-se vitorioso por ter transposto experiências tão dramáticas.
Lembre-se: nem sempre o vitorioso é aquele que atingiu seus objetivos; muitas vezes a vitória está no fato de superar intensos desafios, sem perder a dignidade".

 

Por Valcapelli e Gasparetto - adaptado.

 



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PNL: saiba mais


Conhecendo e estudando os pressupostos da PNL - programação neurolinguística (trabalhada com os clientes Ciclo Novo por nossa psicóloga), é importante reforçarmos sempre alguns pontos.

Pilote você mesmo a sua vida! Sempre! Nunca mais deixe ou permita que os outros dirijam a sua vida ou que pilote o seu avião. É uma delícia se sentir dono do seu próprio destino.

A sua vida é dinâmica, cheia de ações, de mudanças e de transformações. Não seja mole! Não seja complacente! Não queria levar uma vida medíocre! Nem fique mais na estagnação, no atoleiro. Reaja já!

Você tem que realizar seu próprio trabalho, escrever a sua história, buscar o seu próprio caminho, o seu espaço aqui na terra! E nunca é tarde para começar. Lembre-se sempre que a felicidade não se acha, se faz!

Descubra em que você precisa mudar. Só você pode fazer isso. Aliás, só você sabe no que precisa mudar! Não vai me dizer que não precisa mudar em nada porque isso é uma mentira mentirosa.
Toda mudança é desconfortável, mas quanto mais rápido começar melhor. Faça o que precisa ser feito.
Não protele e nem "embarrigue" mais nada em sua vida, tá? 
É menos doloroso tirar um esparadrapo com um só puxão do que ir puxando devagarzinho.

Faça o que é necessário sem perder tempo. Muitas vezes não temos a segunda chance, sabia? Mergulhe no novo sem hesitação e saiba que será muito melhor do que o que você deixou para trás.

Sabe o que vem com a mudança? A vida! Uma vida nova é oferecida a você a todo instante. Esta semana é um presente maravilhoso, não é? Aceite-a e siga seu caminho pilotando o seu avião!

Bom divertimento! Permaneçam em Paz!

"Se você quer ter o que nunca teve, tem que fazer o que nunca fez"

Por Débora Sievers - psicóloga Ciclo Novo.



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Óleos vegetais: qual devo utilizar?


Existe no mercado uma grande variedade de óleos vegetais para a preparação de alimentos. Como escolher qual se vai utilizar? As considerações a ter em conta na escolha desses óleos são o sabor, suas propriedades funcionais/benéficas à saúde e o custo (que nesse caso preferimos chamar de investimento!!).
Antigamente, mães e avós faziam filhos e netos tomarem todos os dias uma colher de óleo de fígado de bacalhau, porque haviam aprendido que fazia bem. Os benefícios dos óleos continuam sendo estudados até hoje pela ciência, e cada vez mais estudos mostram que alguns têm o poder de diminuir a pressão arterial, reduzir os níveis de colesterol, triglicérides e LDL (colesterol “ruim”) e aumentar o HDL (colesterol “bom”), melhorar resposta imune, funções cerebrais (mais da metade do nosso cérebro é composto por gorduras), prevenindo o envelhecimento precoce, etc.
No mundo de hoje, gordura não é mais um tópico proibido. Quando falamos em óleos, falamos em gorduras que são formadas por ácidos graxos essenciais, ou seja, que não são produzidos pelo nosso organismo e por isso precisamos consumir. Óleos de linhaça, oliva, coco, entre outros, são boas opções.  Porém, tão importante quanto a ingestão dos tipos corretos de gordura são os cuidados durante a fabricação dos óleos, a fim de que sejam mantidas suas propriedades nutricionais. A forma ideal de extração de óleos é a prensagem a frio, que prensa as sementes uma única vez sem utilização de nenhum tipo de solvente ou calor – óleos classificados como “extra-virgem”. Mas o refino ainda é a prática mais usada porque aumenta a produção final de óleos e resulta em produtos com um prazo de validade maior do que a de óleos extra-virgens, gerando maior rentabilidade e benefícios para quem os comercializa. Mas não para a nossa saúde!  Por isso fique atento!

Na página principal do site, link "vídeos", você encontra uma dica da nossa nutricionista Graziela Caproni, veiculada em seu quadro sobre saúde - Pop Balance, no programa Pop Station TV Bandeirantes (todo sábado 11H na Band).



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Comer normalmente: o que isso significa?


Há algum tempo a comida foi reduzida a manipuladora do peso e forma corporal, infelizmente. Isso quer dizer que quase sempre quando se fala em comida as pessoas pensam se ela engorda ou emagrece, faz ganhar gordura ou músculos, se é “comida de dieta” ou “gordice”...

Esse jeito de pensar a alimentação é simplesmente reducionista. É como olhar para um quadro bonito e se fixar apenas na sua moldura.

A comida é tão plural, com tantos símbolos, funções e repercussões que é praticamente impossível comer normalmente** se a comida e o comer forem diminuídos à apenas alterações no peso e forma física.

Felizmente comer normalmente pode fazer muito mais pelas pessoas do que alterar o peso / forma física:
dar energia e disposição; melhorar o humor e concentração (tente prestar atenção em algo estando com fome!!); proteger contra doenças; envelhecer melhor, não só mais bonita(o), mas com mais qualidade de vida; tornar-se mais saudável (a saúde é um recurso para a vida diária, e não um objetivo de vida. Sem saúde ficamos limitados a realizar muitas coisas..).

Aproveitar melhor o alimento trata-se de ficar mais relaxado (no sentido de “sem neuras” e não no sentido de “descuido”) perante a comida e aí as coisas começam a equilibrar-se. Pense como um “relacionamento com a comida”, pois é exatamente isso! Se toda vez que você se encontrar com o parceiro(a) - (a comida) e ficar muito ansioso, por exemplo, as chances desse relacionamento ficar tranquilo, dar certo e fluir são muito baixas. Só que se esse relacionamento não der certo, o grande ponto é que não podemos nos “divorciar” - pois a comida continuará na sua vida e vai estar enquanto estivermos vivos.
Então o melhor jeito mesmo para viver mais em paz é melhorar esse relacionamento, ser mais flexível, vigiar e zelar sem tornar-se um "ciumento neurótico", comer sem culpa e aproveitar a comida, sentir seu sabor, degustar ao invés de engolir, perceber seu cheiro, separar um tempo para ela...

**O que é "comer normalmente" pra você? Se faça essa pergunta!!

Comer normalmente é ser capaz de comer quando você está com fome física, estômago "roncando" e continuar comendo até você ficar satisfeito. É ser capaz de escolher os alimentos que você gosta e comê-los até aproveitá-los suficientemente – e não simplesmente parar porque você acha que deveria. Comer normalmente é ser capaz de pensar um pouco para selecionar alimentos mais nutritivos para o SEU corpo, mas sem ser tão preocupado e restritivo a ponto de não comer os alimentos mais prazerosos. É comer algo que não lhe cai bem pois tem vontade, para sentir as reações indesejadas e pensar melhor numa próxima vez. Comer normalmente é, na maioria das vezes, fazer três, quatro ou cinco refeições por dia, ou deixar a sua fome guiar quantas vezes vai comer ao longo do dia - voltar a ouvir esses sinais naturais que estão "abafados" por hábitos ruins a longo prazo. É também deixar de comer algum pedaço de bolo porque você pode comer mais amanhã ou então comer mais agora porque ele é maravilhoso enquanto ainda está quentinho. Comer normalmente é comer em excesso às vezes e depois se sentir estufado e desconfortável. Também é comer pouco, desejando ter comido mais. Comer normalmente é confiar que seu corpo conseguirá corrigir os ‘erros’ da sua alimentação, pois você cuida dele para que fique cada dia mais equilibrado podendo trabalhar com eficiência. Comer normalmente requer um pouco do seu tempo e atenção, mas também ocupa o lugar de apenas uma área importante, entre tantas, de sua vida.

Resumindo, o “comer normalmente” é flexível. Ele varia em resposta às suas emoções, sua agenda, seus objetivos, sua fome e sua proximidade com a comida, com você e seus sentimentos.

Pense nisso!

Abço nutritivo, magrinho e feliz!

Por Cézar Vicente Junior - adaptado.
 



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Me tornar saudável, o que isso significa?


Me tornar saudável não significa me tornar xiita e só comer maçã!

Significa voltar a escutar seus sinais naturais de fome e saciedade, por exemplo.

Significa parar de acreditar na dieta milagrosa que vai resolver tudo: ela não existe!

Significa compreender-se mais sem exigir nada. Mas apenas estando mais alerta e consciente. Dizer para você o que muitas vezes dizemos para o outro: ‘até que você aguentou demais, você é forte e nem sabe disso’. Tornar o relacionamento consigo mesmo mais saudável.

Significa entender que se você tem pensamentos como:

“Eu quero comer certinho, mas minha fome é forte demais, é difícil de controlar!”

“Eu faço dieta, consigo emagrecer e depois de um tempo não consigo mais manter minha disciplina e ganho tudo de volta, e às vezes mais.”

“Não consigo emagrecer, não tenho força de vontade! É impossível para mim…”

Na verdade não há nada de errado com você, e você não tem baixa força de vontade ou disciplina. O que você tem é uma adaptação fisiológica ao comer restritivamente, ou seja, ao fazer dieta. Tantas dietas e seu corpo desenvolveu um mecanismo de defesa, modificando seu sistema hormonal, ligando genes atuantes no metabolismo da gordura e aumentando o estresse, especialmente no cérebro.

O corpo não entende que está temporariamente de dieta para ficar magro, ele entende que você está estressado no seu meio ambiente e que está faltando comida: seu apetite aumenta, um mecanismo de defesa para que você sobreviva!

Fracasso na dieta não é fracasso de disciplina ou força de vontade, é uma adaptação de sobrevivência tão difícil de controlar quanto respirar! Você já tentou parar de respirar? Então você sabe que depois de um momento vem uma grande inspiração salvadora que permite que você não morra sufocado. A compulsão depois de dieta muito restritiva é uma resposta parecida com esse mecanismo: é um impulso de sobrevivência que o cérebro gera.

Então tornar-se mais saudável não tem a ver só com comida. O comportamento é tão importante quanto o nutriente!

Algumas soluções a serem trabalhadas são:

não fazer dieta restritiva será necessário, assim como ir além do número da balança, fazer um check-up para avaliar se existem alterações metabólicas/hormonais, ter como foco “o que comer” ao invés de “o que não comer”, falar positivamente sobre o alimento e o seu corpo,  basear as escolhas alimentares a partir de uma mistura de desejo, apetite e equilíbrio nutricional – vitaminas A (alegria) e P (prazer) são importantes, assim como paciência e ação para enfrentar a “névoa negra”, fazendo de você e da comida seus aliados e não inimigos.

Venha!!

 

Por Sophie Deram - adaptado por Graziela Caproni

 



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Mídia: #euresisti, será?


Surgiu na mídia essa brincadeira com a #euresisti. Veja nossa opinião sobre o assunto:

eu como nutricionista que trabalho com grupos terapêuticos de emagrecimento (em conjunto com nossa psicóloga) sugiro #hojeeuescolhoresistir ou #eupossomashojepasso. São frases que fortalecem a autonomia da escolha de que sim mesmo esses alimentos mais ricos em açúcar também podem ser consumidos com equilíbrio, prazer, sem culpa e martírio, mas que naquele momento a opção e escolha foi não comer.

Isso é equilíbrio e consciência alimentar, comer de tudo sem necessariamente comer tudo o que vê pela frente. Seja um doce ou uma maçã, a ideia está na escolha e não no alimento em si. Isso me parece mais saudável do que "eu resisti", como se fosse um alimento proibido e como se nunca comêssemos aquilo... o que para a maioria das pessoas não é uma realidade. Faz parte um petit gateau de vez em quando! E além dele, quais outros seriam alimentos deliciosos?!! Gostosuras são comida “gorda”. E coisas sem graça são comida “magra”, simples assim? Quem disse? Tudo que é bom engorda? Se assim for, a vida é realmente cruel: ou estamos fadados a comer só coisas ruins, ou seremos fatalmente gordos se comermos coisas gostosas!!

Claro que atualmente tem sido necessário rever nosso consumo de gordura, açúcar, sal e alimentos ultra processados, mas para reduzir (e não proibir) o consumo que tem sido muito exagerado. E isso como consciência e não como neurose. Lembra da adolescência, quanto mais o pai proibia, mais instigava nossos desejos em transgredir as regras!! Será diferente com a comida? O prazer em comer está relacionado à saúde, o stress e toda essa relação distorcida com a comida é contraprodutivo. O alimento, simplesmente fundamental à vida, foi transformado em inimigo! Estamos distorcendo essa relação, a angústia por ex. dos americanos com a comida invadiu também o Brasil. Tenho uma colega alemã que me conta como lá é diferente tudo isso, a comida também tem função biopsicossocial - com quem comemos, porque, como, o que pensam e sentem sobre aquele alimento, as longas horas à mesa não só para comer, mas para jogar conversa fora, como momento de reunir e interagir! Nenhum alimento por si só tem a capacidade de engordar ou emagrecer.

Obesidade e transtornos alimentares só aumentam a cada dia. Vale essa brincadeira da #, mas vamos brincar com outro enfoque? Se eu não resistir me sentirei um fracassado? Mas será que eu preciso resistir sempre? E só devo resistir às comidas "gordas"? Será que em algum momento eu posso escolher querer? Ou não? Me parece mais leve, até porque a obesidade tem causas multifatoriais que vão muito além da comida em si. É preciso refletir porque um ato simples, que já nascemos sabendo - afinal, da barriga vamos direto sugar o peito da mãe sem que ninguém nos ensine, tem se transformado em algo tão complicado e cheio de regras?! Um desafio para todos, para a mídia e inclusive para nós profissionais.

E para concluir, o comentário de uma pessoa no post sobre a tal campanha: "O pobre resiste todo dia a contra gosto. Quantas vezes fiquei só olhando as vitrines de comida prontas em mercados, padarias... Sabe porque? Não tinha como comprar então resistimos. bju".

Por Graziela Caproni - nutricionista Ciclo Novo

 



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O "ouvi dizer" é diferente do "experimentar"


Essa foi uma das postagens feita por algumas clientes em nosso grupo fechado de apoio no facebook:

 

Post do estilo EU CONFESSO!
Antes de entrar na Ciclo Novo, há praticamente 5 meses atrás, eu comia um lanche daqueles - cheesburguer com catupiry - praticamente toda sexta ou domingo. Mas depois que entrei, decidi não comer mais esse tipo de lanche e nem passei vontade!
Mas nessa sexta eu pedi - e minha gente, no sábado de madrugada o estrago estava feito: acordei vomitando e com diarréia, sem conseguir botar nada na boca além de água e 1 garrafa de soro o dia todo! Fiquei péssima!
No sábado à noite eu consegui tomar meia porção de sopa de legumes e nada mais, mas no domingo acordei zerada!
Fiquei impressionada em como meu organismo reagiu! E posso dizer que o efeito prático disso é que não vou mais ter vontade de um lanche desse tão cedo....

 

Comentários:

Ontem eu também perdi a linha e me matei na feijoada que minha mãe fez! Resultado fiquei lembrando da feijoada o dia todo! Nem consegui jantar...

 

É incrível como nosso corpo reage agora a comidas mais pesadas, gordurosas enfim... Sábado abusei na festa junina da Yasmin e tbm acordei com diarréia no domingo...

 

Resposta da nossa nutricionista:

 

Meninas imagino que tenham ficado bem incomodadas. Mas são boas experiências para entenderem o que é mudança de hábitos. Alimentos que não fazem parte da rotina quando consumidos, deverá ser com elegância e moderação para o organismo não chiar. O corpo vai se sutilizando e não aceitando os exageros. A palavra convence, o exemplo arrasta, o ouvi dizer é diferente do experimentar. Vivencie e monte as SUAS conclusões. A experiência é a chave do conhecimento. Por isso VIVAM o conhecimento que nós transmitimos nos encontros! Como diz no livreto de vcs "oferecemos ferramentas de impacto capazes de mudar todo o seu estilo de vida se forem acionadas!". Muito bom tchurmaaa! bjs



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Açúcar é a droga mais perigosa do nosso tempo!


 

Para os apaixonados por doces, um alerta: “açúcar é a droga mais perigosa do nosso tempo”, de acordo com Paul van der Velpen, chefe do serviço de saúde de Amsterdã, na Holanda. Ele explica que o seu uso deve ser desencorajado porque é viciante e que os produtos açucarados deveriam vir com alertas de saúde, assim como os maços de cigarro. Os dados são do jornal Daily Mail.

Velpen afirmou que é "tão difícil de largar [o açúcar] quanto o cigarro". Segundo ele, quando as pessoas comem gorduras e proteínas, param quando se sentem satisfeitas, mas, no caso do açúcar, ingerem por mais tempo, até que o estômago comece a doer.

A solução, na opinião do especialista, é tributar o açúcar da mesma forma que o álcool e o cigarro. Também sugeriu que a quantidade de açúcar que pode ser adicionada aos alimentos processados deve ser regulamentada.

O açúcar é componente de muitos alimentos, mas há alguma diferença entre eles? Segundo a cientista Joy Dubost não interessa se é um pedaço de fruta, um copo de refrigerante ou um prato de massa: o açúcar é sempre o mesmo.

A razão é porque, independente de o­nde ele venha, é sempre feito de dois componentes moleculares: frutose e glicose.
De acordo com o site inglês Huffington Post, as taxas destes dois componentes são quase a mesma.

A maioria das frutas tem entre 40% e 50% de frutose (salvo algumas exceções, como a maçã e a pera, que têm 65%), enquanto o açúcar comum tem 50%. Por isso, nenhum tipo de açúcar é melhor ou pior. Mas a grande diferença é como o corpo processa estes componentes.

A frutose é quebrada no fígado e não provoca nenhuma resposta de insulina. Já a glicose começa a ser digerida no estômago e precisa de insulina para ser metabolizada completamente. Por isso, não se iluda que, por causa da mesma composição, este processo seja o mesmo nas frutas e nos doces.

Em primeiro lugar, as frutas oferecem, além de açúcar, vitaminas, antioxidantes e água, enquanto os doces não apresentam nenhum valor nutricional. Além disso, as frutas têm menos açúcar em volume: meio copo de morangos tem 3,5 gramas de açúcar e meio copo de sorvete de morango tem 15 gramas.

Além disso, as frutas têm muita fibra, o que retarda a digestão da glicose feita pelo corpo. Portanto, o organismo terá mais tempo para digerir este componente ao invés de logo armazená-lo, em forma de gordura, como acontece com os doces. Mesmo frutas secas têm muitas fibras e nutrientes, mas, devido a composição extra de açúcar comum, não se pode abusar delas.

Por isso reeduque seus hábitos, vá "limpando" seu paladar, provando o alimento antes de adoçar, diminuindo o uso do açúcar adicionado e fazendo melhores escolhas: será que você precisa mesmo de um docinho todos os dias depois do almoço?! Sobre isso conversaremos em uma outra postagem!

 

"Porque ninguém é tão bom quanto todos nós juntos!"

CORPO NOVO: Uma escolha simples!

Por Asbran. Adaptado por Graziela Caproni.

 

 



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Beba águaaaa!


 

Gostamos dessa idéia, usando a criatividade até a Coca-Cola pode ser útil pra alguma coisa...rs...!

Use a garrafa de 3 litros e comece a treinar um maior consumo de água ao longo do dia todo!! Costumamos brincar com os alunos que não temos "caixa d´água", ou seja, não reservamos, por isso não adianta ficar o dia todo sem e querer beber de uma vez depois: você desidratou e agora está tentando compensar!

Suas células têm que ficar como uva fresca e não como uva-passa!!

Adapte aos seus horários e tente beber o maior volume até no máximo 19:00h. Após, vai mantendo goles.

 

Em breve falamos mais, vai ter dica com a nossa nutri Graziela Caproni em seu quadro Pop Balance (no programa Pop Station na TV Bandeirantes)!

 

Uma ótima saúde pra você!

 

"Porque ninguém é tão bom quanto todos nós juntos!"

CORPO NOVO - Uma escolha simples!



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"Tranqueiras" disfarçadas de alimento


"Carne" processada
A salsicha é um exemplo. Geralmente, essa carne processada tem até pelo do porco – da orelha, do focinho, da pálpebra ou do tecido conjuntivo. Ou seja, você nem sabe ao certo o que está comendo. Além disso, a carne processada leva água, amido, conservantes, gelatina e aditivos. Será que esse monte de coisa morta agrega algo de saudável e positivo ao nosso corpo?? Consuma nunca ou quase nunca!

 



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Melhore sua digestão!


Você sabia? O mamão e o abacaxi possuem enzimas digestivas que auxiliam na "quebra" dos alimentos, especialmente carnes. Além de reduzirem a azia, refluxos e dores no estômago. Experimente colocar um pedaço de mamão misturado ao tempero batido de alho e cebola da sua carne, ela ficará bem mais macia e fácil de digerir (só não deixe por muito tempo, se não a carne irá "quebrar" ao ser grelhada). Inclua essas frutas na alimentação, são boas pedidas complementando o almoço e jantar!

 

 

 "Porque ninguém é tão bom quanto todos nós juntos!"

CORPO NOVO



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Maluquices para emagrecer: corra disso!


 

Desse jeito, onde é que esse mundo ou melhor, que as pessoas desse mundo vão parar...! Enquanto tiver gente procurando, haverá louco inventando! Em nome da ditadura da beleza perde-se completamente a noção. E o problema "falta de amor próprio" não pára de crescer... A Corpo Novo alerta sobre essas maluquices e até bizarrices para emagrecer. O resultado é temporário, o sofrimento é enorme e não se resolve o "mal pela raiz". Completamente paliativo e perigoso à saúde. Corra disso! Venha conhecer o que realmente funciona para um emagrecimento eficaz, saudável, feliz e para sempre!

 

" Para perder alguns quilinhos muita gente não mede esforços. Um novo e inusitado procedimento promete fazer com que os adeptos percam até 13 quilos em um mês! Trata-se do "Miracle Patch" (Atadura milagrosa).

O "milagre" funciona assim: uma espécie de atadura é "implantada" no meio da língua para fazer com que a ingestão de alimentos sólidos se torne dolorosa e a pessoa opte por líquidos.

O material usado é o marlex, uma atadura abrasiva geralmente utilizada para reparar hérnias. A atadura é presa à língua por seis pontos.

A técnica foi criada pelo médico Nikolas Chugay, cirurgião plástico de Beverly Hills (Los Angeles, Califórnia), que começou a desenvolver a técnica em 2009. O procedimento custa cerca de R$ 4.000.

 

Um alerta: entre os efeitos colaterais estão dificuldades na fala e no sono (por Fernando Moreira - O Globo) "

 

"Porque ninguém é tão bom quanto todos nós juntos!"

CORPO NOVO

 



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